O caso das mascaras de chumbo

1º Mistério Nacional do Blog e esse mistério é tão confuso e indefinido que pode ser classificado como: ufológico, parapsicológico, natural, uma experiência psicotrônica mal-sucedida ou ainda um bem elaborado latrocínio. Qual seja o fator determinante, não diminui de maneira alguma a estranheza do fato.

Esses dois amigos foram encontrados mortos em 1966. No alto do morro vintem, em santa Rosa no Rio de Janeiro.






O mais estranho é que além de serem encontrados sem nenhum sinal de violência, o que chamou a atenção foram os objetos que estavam ao redor dos corpos: um estranho marco de cimento, uma garrafa de água mineral magnesiana, uma folha de papel laminado que foi usada como copo, um embrulho de papel com duas toalhas, um par de óculos preto com uma aliança em uma das hastes, um lenço com as iniciais "MAS", duas toscas máscaras de chumbo, um papel com equações básicas de eletrônica e um estranho papel com a seguinte escrita...


ANOTAÇÕES



A autópsia realizada nos corpos, pelo médico legista Dr. Astor Pereira de Melo, nada revelou como a "causa-mortis", pois não havia sinal de violência, de envenenamento, de distúrbios orgânicos e total ausência de contaminação por radioatividade. Foram realizados diversos exames toxicológicos, em diversos pedaços das vísceras e todos deram negativos.

Para complicar ainda mais, na noite em que os radiotécnicos morreram, em 17 de Agosto de 1966, uma quarta-feira, várias testemunhas telefonaram para a Polícia para informar que viram um disco voador no alto do Morro do Vintém, ou seja, um estranho objeto, de forma arredondada e com um halo de luz intensa, sobrevoando o local onde foram encontrados os corpos.
           
Até hoje a Polícia não soube explicar o que realmente aconteceu. Um simples latrocínio? Uma experiência parapsicológica mal sucedida? Uma experiência psicotrônica com um fim trágico? Um encontro fatal com tripulantes de um disco voador?

Eu pessoalmente acredito que seja uma realização ritualistica; cujo o fim foi trágico e até esperado pelas vitimas.

Como assim?
Acontece que este tipo de ritual é ligado diretamente em se conseguir contatar entidades e possuir através deste contato, conhecimento suficiente para enriquecer ou possuir algo inalcansável no momento. E segundo as teorias; o ritual possui uma chance de aproximadamente 80% de chance de falecimento. 

Porquê?

Pelo fato de se tomar uma cápsula com substancias que levam há uma quase morte (Sendo o contato sobrenatural realizado somente no ápice dos efeitos da droga); o uso da mascara de chumbo serve para proteger os olhos e a terceira visão da radiação emitida pela perigosa situação.

Não se sabe ao certo qual o motivo das mortes; não foi encontrado a causa mesmo após exumação, portanto cabe a nós tentar desvendar grande mistério nacional.

Algumas fotos e um passo a passo  dos dois amigos no Rio antes do trágico desfecho.

MÁSCARA

CORPOS

MÁSCARA

RETIRADA DOS CORPOS





PASSO A PASSO


  • Agosto/66 – Não se sabe corretamente o dia, mas as duas máscaras de chumbo foram feitas pelos radiotécnicos em sua oficina em Campos, RJ, pois lá foi encontrado o restante da placa utilizada:

  • Em 16.08.66, à noite, terça-feira, o Manoel Pereira da Cruz informou para sua esposa Neli que iria para São Paulo, juntamente com Miguel José Viana, seu sócio, casado, para comprar um carro usado e alguns componentes de eletrônica para o estoque da oficina. Ele embrulhou dois milhões e trezentos mil cruzeiros (mil dólares aproximadamente) para levar na viagem.

  • Em 17.08.66, quarta-feira, às 09:00 horas, os radiotécnicos tomam o ônibus na rodoviária de Campos, com destino à Niterói e não São Paulo como haviam informado à família.

  •  Em 17.08.66, quarta-feira, às 14:30 horas, eles chegam na rodoviária de Niterói.

  •  Entre as 14:30 horas até o instante em que eles morreram, a polícia descobriu que eles passaram em uma loja de componentes eletrônicos, onde eles eram fregueses, a Fluoscop, situada na Travessa Alberto Vitor, 13, no Centro de Niterói. Passaram em uma loja e compraram capas de chuva. Passaram em um bar, situado à Av. Marquês do Paraná e compraram uma garrafa de água mineral magnesiana, não esquecendo de pegar o comprovante do vasilhame, para poder devolver na volta. A pessoa que os atendeu, neste último estabelecimento, disse que Miguel parecia estar nervoso e a toda hora consultava as horas no relógio. Aquele dia estava chuvoso e escurecendo rapidamente.

  • O vigia Raulino de Matos, morador no local, viu quando Manoel e Miguel chegaram ao pé do morro em um jipe, juntamente com outras duas pessoas, até hoje não identificadas. Manoel e Miguel desceram do jipe e subiram o morro à pé.

  •  Na manhã de 18.08.66, quinta-feira, um garoto de 18 anos, Paulo Cordeiro Azevedo dos Santos, que estava caçando passarinhos, viu os corpos e avisou o guarda Antônio Guerra, que servia na radiopatrulha. Posteriormente, esse guarda foi ouvido pelo Delegado Venâncio Bittencourt, que comandou as investigações, para saber porque demorou dois dias para ir ao local onde foram achados os cadáveres. Admitia-se que o guarda ou outra pessoa teria revistado os cadáveres, para se apropriar do dinheiro, mas nada ficou comprovado.

  •  Em 20.08.66, sábado, dois dias depois, por volta das 18:00 horas, um garoto também de 18 anos, Jorge da Costa Alves, estava procurando sua pipa junto com outros meninos, quando sentiram um forte mau cheiro e localizaram os corpos. Jorge avisou a Segunda Delegacia de Polícia (2a DP) de Niterói.

  • Em 21.08.66, domingo, pela manhã, a Polícia, os Bombeiros, jornalistas e curiosos subiram o morro para resgatar os corpos. No bolso de um foi encontrado a quantia de 157 mil cruzeiros (68 dólares) e no bolso do outro 4 mil (menos de 2 dólares), além dos relógios.

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