O assassinato de John Kennedy

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Quem matou John F. Kennedy? Esta é a pergunta que os americanos continuam fazendo, cinquenta anos depois de sua morte. Para retratar o pensamento do povo, foi realizada uma ampla pesquisa nacional. Especialistas discutiram as teorias populares, as evidências e toda a gama de teorias de conspiração. Com base na percepção do povo, foram discutidas duas grandes questões: quem a América realmente acredita que matou JFK e por quê?
  
John Kennedy foi o quarto presidente dos EUA a ser assassinado. A trágica cena do desfile presidencial em 22 de novembro de 1963, gravada no estado de Dallas por um cinegrafista amador, revelou que a morte de John Kennedy revela segredos e mistérios até hoje especulados pelo público em geral.

Vamos por partes. O primeiro mistério é que havia no local dois assassinos, não um como foi revelado pela mídia. Isso porque, segundo as gravações, o presidente foi atingido por um tiro na parte frontal da cabeça. Contudo, o assassino oficial estava posicionado atrás da limusine quando foi dado o primeiro disparo, sugerindo que o tiro foi disparado por outra pessoa. Uma hora após o crime, Lee Harvey Oswald foi preso com a arma que matou o presidente e confessou o crime, impossibilitando a confirmação dessa teoria.

Dois dias após o assassinato, Oswald foi encontrado morto na garagem da delegacia de polícia por um homem que disse querer se vingar a morte do presidente.

Muitas mortes aconteceram após o desastre que abalou o mundo. Lee Bowers Jr. disse que viu o desfile presidencial em Dallas e avistou dois homens armados atrás de uma cerca. Segundo Bowers, os suspeitos fugiram após o tiro que tirou a vida de Kennedy.

Apesar de ninguém ter dado crédito ao depoimento de Bowers, a imprensa continuou divulgando sua versão. Três anos mais tarde, ele morreu num estranho acidente de carro –  batendo  numa ponte.
 
O deputado Hale Boggs discordou publicamente da teoria da existência de apenas um atirador. Ele afirmou que estava sendo pressionado pelo FBI para mudar de ideia. O deputado desapareceu misteriosamente junto com o avião no qual viajava para o Alasca, e jamais foi encontrado. Boggs fazia parte da Comissão Werren, responsável pela investigação do assassinato de Kennedy.
 
Um agente da CIA chamado Gary Underhill declarou que alguns de seus colegas estavam envolvidos na morte do presidente Kennedy. Ele foi encontrado morto com uma bala na cabeça e uma arma automática na mão esquerda. Gary era destro.
E a lista de mortos não para por aí. O fato é que todos aqueles que de alguma maneira apresentaram hipóteses contrárias às divulgadas pela Comissão Werren, foram mortos misteriosamente.
John Kennedy, Não Foi O único Do Clã Kennedy, A Morrer Tragicamente.
irmão mais velho do então ex-presidente John Kennedy, Joseph P. Kennedy Jr., de 24 anos, morreu quando pilotava um avião militar que explodiu sobre a Europa.
Em Junho de 1968, Robert F. Kennedy, irmão do presidente e Secretário da Justiça, foi assassinado num hotel em Los Angeles aos 42 anos de idade. O assassino que o matou no saguão do hotel estava de frente para a vítima, mas a bala que o matou foi disparada pelas costas de Robert, pois ela estava alojada na nuca.
 
Algum tempo depois, dois filhos de Robert morreram também tragicamente. Em 25 de abril de 1984, David Kennedy faleceu após uma overdose de drogas em West Palm Beach , na Flórida. Em Dezembro de 1997, Michael Kennedy morreu em um acidente de esqui em Aspen, Colorado.
 
A última morte aconteceu em Julho de 1999 quando o filho do presidente Kennedy, John Kennedy Jr. – John-John como era mais conhecido -, morreu num acidente de avião junto com sua esposa Carolyn.
O discurso que se segue, é apresentado por muitos “teóricos da conspiração”, como a “gota de água” na oposição serrada de John Kennedy contra as sociedades secretas (maçonaria, illuminati) que  foi o móbil do crime.

Senhoras e Senhores, A palavra “segredo” é repugnante numa sociedade livre e aberta, e nós opomo-nos inerente e historicamente às sociedades secretas, juramentos e procedimentos secretos.
Opor-nos-emos em qualquer parte do mundo a conspirações monolíticas e rudes que sigilosamente vão expandindo as suas esferas de influência. Em infiltração em vez de invasão, em subversão em vez de eleição, em intimidação em vez de liberdade de escolha.
É um sistema que tem aprisionado pessoas e coisas, a teias bem construídas uma máquina suprema e eficiente que combina militares, diplomacia, inteligência, economia, política, ciência e operações políticas. As suas tarefas são escondidas, não publicadas. Os seus erros são enterrados, e não divulgados. Os desacordos são silenciados, não orientados. Nenhuma despesa é questionada, nenhum segredo é revelado.
Essa foi a razão pela qual o legislador Grego Sólon considerou CRIME a qualquer cidadão que se acovarde perante uma discussão.
Estou pedindo ajuda numa tremenda tarefa de informar e alertar o povo americano. Creio que com a sua ajuda as pessoas serão aquilo que nasceram para ser livres e independentes.

John Kennedy, dias antes de ser assassinado

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