A maldição de FARAÓ

                                      
Trata-se de uma sucessão de coincidências macabras que acabaram criando um mito. Tudo começou em 1923, quando Howard Carter, um arqueólogo inglês, descobriu a tumba do faraó Tutankamon, no Egito. Seis anos depois, 22 exploradores da equipe que participara das escavações estavam mortos, entre eles o lorde inglês George Carnarvon, financiador do grupo. Isso serviu de gancho para o jornalista Arthur Merton, também inglês, ressuscitar uma velha lenda egípcia sobre a má sorte reservada para quem perturbasse as múmias: a tal maldição do faraó. Carnarvon, porém, foi vítima de uma infecção causada por picadas de mosquito. Não demorou também para surgirem explicações científicas para as outras mortes. "Como o local esteve fechado por três milênios, a hipótese mais aceita é a de que houve uma contaminação por fungos", diz o egiptólogo Antonio Brancaglion, da Universidade de São Paulo (USP).
Em compensação, em 1969, um dos únicos sobreviventes da expedição de Carnarvon deu uma entrevista a uma TV inglesa dizendo não acreditar na tal maldição. Ao sair do estúdio, ele sofreu um sério acidente de carro e quase morreu.


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